Sede flexível como o bambu
Que do raso solo faz-se hirto
Que se curva entregue ao vento,
Mas que íntegro persiste a cada movimento.
Sede recipiente como o bambu
Que faz do seu cerne vazio
Que da essência torna-se dreno,
Mas que nunca em sua sede faz-se pleno.
Sede sereno como o bambu
Que se entrega ao frio e ao vento
Que se abre eternamente à natureza,
Mas que floresce no tempo com leveza
Sede astuto como O Homem
Que faz-se reflexo do bambu
Que sente a harmonia inerente,
Mas que a todo momento faz-se gente.
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